A Polícia Federal ainda não divulgou novas informações sobre a investigação que apura a apreensão de aproximadamente R$ 2 milhões em espécie durante uma operação realizada no último dia 4 de agosto, em Porto Velho.
A ação foi deflagrada pela Polícia Federal, com apoio técnico da Controladoria-Geral da União (CGU), no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de capitais. Na ocasião, equipes da PF abordaram um veículo logo após o saque dos valores em uma agência bancária da capital.
Segundo informações divulgadas pela corporação, o motorista era escoltado por seguranças armados, que deixaram o local durante a abordagem e foram localizados posteriormente durante as diligências. As investigações apontavam, inicialmente, que os recursos haviam sido sacados sob a justificativa de pagamento a um fornecedor de uma obra em outro município, circunstância considerada incompatível com o local da retirada do dinheiro.
Na ocasião, a Polícia Federal informou que os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um e o resultado das apurações, pelo crime de lavagem de capitais, além de outros delitos que eventualmente venham a ser identificados durante o inquérito.
O caso ganhou ampla repercussão em Rondônia e passou a dominar o debate político e as redes sociais. Durante os últimos dias, páginas e perfis em redes sociais passaram a especular que o homem abordado com aproximadamente R$ 2 milhões em espécie seria motorista de um deputado federal. No entanto, até o momento, essa informação não foi confirmada oficialmente pela Polícia Federal, que também não apontou qualquer vínculo entre os valores apreendidos e agentes políticos. As investigações seguem em andamento, sem divulgação de conclusões por parte da corporação.
A reportagem do Sistema Gurgacz de Comunicação (SGC) encaminhou um pedido de informações à Assessoria de Comunicação da Polícia Federal, solicitando informações sobre a fase atual do inquérito e a previsão de divulgação de novas informações oficiais.
Portal SGC