Porto Velho (RO)23 de Março de 202617:44:34
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VÍDEO: Avião militar da Colômbia com mais de 120 a bordo cai na fronteira com Peru

comandante da Força Aérea colombiana, Fernando Silva Rueda, afirmou em pronunciamento pelas redes sociais que ao menos 48 feridos foram resgatados


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Defesa Civil Colômbia

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Um avião militar da Força Aérea da Colômbia, com 125 pessoas a bordo, caiu durante a decolagem no sul do país, na fronteira com o Peru.

O comandante da Força Aérea colombiana, Fernando Silva Rueda, afirmou em pronunciamento pelas redes sociais que havia 114 passageiros e 11 tripulantes a bordo.

Ao menos 48 feridos já foram resgatados do local do acidente. O general não citou mortes.

O ministro da Defesa colombiano, Pedro Sánchez, confirmou que unidades militares já estão no local e a causa do acidente não foi determinada.

"Todos os protocolos de assistência às vítimas e seus familiares foram ativados, assim como a investigação correspondente. Expresso as minhas mais sinceras condolências às famílias dos afetados e, em respeito ao seu luto, peço a todos que evitem especulações até que haja informações oficiais disponíveis", disse Sánchez.

"Este é um evento profundamente doloroso para o país. Que nossas orações acompanhem e aliviem, de alguma forma, essa dor", concluiu.

O acidente ocorreu em Puerto Leguízamo (departamento de Putumayo), na fronteira com o Peru.

O perfil oficial da Força Aérea colombiana confirmou que se tratava de uma aeronave C-130 Hércules, que tem capacidade para até 128 passageiros.

"A Forças Militares estão no local prestando atendimento à emergência", afirmou.

O presidente Gustavo Petro comentou o incidente sem fornecer mais detalhes.

"Espero que não haja mortes neste acidente horrível que não deveria ter acontecido", disse ele em uma mensagem nas redes sociais, na qual lamentou a falta de modernização das Forças Armadas, que atribuiu a "dificuldades burocráticas".

Por sua vez, o diretor da Polícia Nacional, General William Rincón, declarou: "Todos os nossos recursos estão disponíveis para apoiar o trabalho no local, o atendimento aos afetados e o desenvolvimento da investigação correspondente. Hoje, todos compartilhamos essa dor."









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