Porto Velho (RO)23 de Fevereiro de 202619:25:15
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Trump ameaça países que "jogarem sujo" após fim de tarifaço: "Cuidado"

Donald Trump afirmou que países que queiram se aproveitar do fim das tarifas sofrerão taxas ainda "mais altas e piores"


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Alex Wong/Getty Images

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar países que foram alvo do tarifaço com novas e mais altas taxas e tarifas. Após a queda do tarifaço imposto por ele, Trump elevou o tom contra os países que queiram tirar proveito da "ridícula decisão da Suprema Corte".

"Qualquer país que queira ‘jogar sujo’ com a ridícula decisão da Suprema Corte, especialmente aqueles que ‘exploraram’ os EUA por anos e mesmo por décadas, enfrentarão tarifas muito mais altas e piores do que aquelas que acabaram de aceitar. Cuidado, comprador. Agradeço a sua atenção a este assunto", escreveu Trump.

A declaração foi feita na rede social do republicano, a Truth Social. O mandatário também chegou a dizer que "não precisa voltar ao Congresso para obter aprovação das tarifas", contradizendo a decisão da Suprema Corte norte-americana.

"Como presidente, não preciso voltar ao Congresso para obter a aprovação das tarifas. Elas já foram aprovadas, de diversas formas, há muito tempo. Além disso, foram reafirmadas recentemente pela ridícula e mal elaborada decisão da Suprema Corte", escreveu Donald Trump.

Corte derruba tarifaço

Na última sexta-feira (20/2), a Corte determinou ilegal o tarifaço imposto por Donald Trump no primeiro ano deste seu segundo mandato e determinou a suspensão imediata das medidas.

Ao justificar a suspensão, a Corte afirmou que a legislação norte-americana concede ao Executivo poder para "regular" setores e atividades, mas não autoriza a criação de tributos sem a aprovação do Congresso.

Após a determinação, Trump anunciou que vai elevar em 15% as tarifas globais sobre os produtos de outros países. Trump assinou um decreto autorizando a medida logo após decisão da Corte norte-americana e afirmou que terá duração inicial de até 150 dias, prazo que poderá ser prorrogado se houver autorização do Congresso.




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