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O uso de inteligência artificial nas eleições gerais de 2026 é estritamente regulamentado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para garantir a integridade do processo democrático. A menos de seis meses do primeiro turno do pleito de 4 de outubro, o Brasil se prepara para enfrentar disputas políticas em um ambiente no qual vozes podem ser clonadas e rostos fabricados por IA.
O TSE avançou ao aprovar resoluções que regulam o uso de IA nas campanhas. As novas regras proíbem deepfakes, exigem rotulagem explícita de conteúdo sintético e vedam que modelos de inteligência artificial indiquem candidatos ao eleitor.
Segundo o professor Marcelo Xavier, se as últimas eleições foram assoladas pelas fake news, o problema cresce substancialmente agora com os perfis de pessoas falsas, personagens criados inteiramente pelas IAs e conteúdos feitos para cativar públicos específicos e gerar credibilidade em informação totalmente mentirosa. A principal medida, conforme o professor, é a verificação da informação e da fonte de origem.
O TSE criou parcerias com plataformas digitais e está atento sobre o uso da IA nas eleições deste ano. O eleitor deve ficar atento e, na dúvida, é preciso checar a informação e a fonte original.
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