Reprodução/redes sociais
Um avião saiu da pista no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (27). Autoridades acionaram os protocolos de emergência para apurar o ocorrido.
Por conta do acidente, outros voos que estavam previsos para o aeroporto foram cancelados.
A aeronave permanece na pista para remoção.
Em um vídeo enviado à CNN Brasil, é possível ver as filas extensas que se formaram no aeroporto devido aos cancelamentos.
Um passageiro que está no local relatou à reportagem que estava há mais de quatro horas tentando embarcar, mas sem sucesso.
Informações da Infraero confirmam que 15 voos foram alterados para o Aeroporto do Galeão e 53 foram cancelados. O aeroporto segue fechado, sem possibilidade de decolagem e pouso.
A Infraero comunicou que a aeronave ficou parada em uma área gramada, ao lado da pista de decolagem e afirmou que a remoção do veículo está em andamento, sendo realizada por equipes do Corpo de Bombeiros e do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos). A empresa relata que as investigações sobre o ocorrido ainda serão realizadas.
Confira a nota da Infraero na íntegra:
A Infraero confirma que uma aeronave de pequeno porte, prefixo PSVEE - E50P saiu da pista durante o procedimento de pouso, às 16h10, dessa quinta-feira, 27/08 e parou na área gramada. Não há feridos.
Na aeronave estavam o piloto e um tripulante.
O Plano de Emergência do Aeroporto foi acionado imediatamente e, no momento, as operações do aeroporto estão suspensas para remoção da aeronave que está na área gramada ao lado da pista. O processo de remoção está em andamento com a chegada de um guindaste. Equipe do Corpo de Bombeiros também dão suporte e técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) estão no aeroporto para iniciar as investigações sobre a causa da saída da pista.
Até o momento, 15 voos alteraram para o Aeroporto do Galeão e 53 foram cancelados.
A CNN Brasil entrou em contato com o aeroporto Santos Dumont, Cenipa e o Corpo de Bombeiros para mais informações.
CNN